segunda-feira, 14 de julho de 2008

Minas de Valongo - Encontro de Espeleologia - Em Busca do Ouro


...a verdadeira familia de escravos :)

































Minas de Valongo - "A Verdadeira História"


...poço por onde desce os escravos...


...escravo romano...


...Guarda Romano...


...momentos de lazer dos escravos, na mina claro!


...vulcão dos capelinhos... :) :) :)
( ...gasómetro quase a explodir...hehehe...)


...será vestigios dos romanos?...


...Assim descança um verdadeiro espeleologo...

domingo, 29 de junho de 2008

Arqueologia








Manuel Vieira de Natividade (1860-1918)




Manuel Vieira de Natividade (Casal do Rei, Alcobaça, 20 de Abril de 1860 - Alcobaça, 20 de Fevereiro de 1918) foi um arqueólogo português. Formou-se na Universidade de Coimbra. Efectuou diversas explorações arqueológicas nas grutas da zona jurássica de Alcobaça. De grande interesse foi o estudo relativo à iconografia dos túmulos de D. D.Pedro I e de D. Inês de Castro. Fez estudos relativos ao Mosteiro de Alcobaça e à etnografia local. Promoveu o reatamento da tradição cisterciense quanto ao esmerado cultivo de flores e frutos da região de Alcobaça.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Vieira_de_Natividade


Arqueólogo e cientista, etnógrafo, investigador e escritor fértil Como engenheiro agrónomo e ailvicultor, distinguiu-se como investigador do sobreiro, tendo publicado mais de 300 trabalhos.
Obras principais
Roteiro Arqueológico de Alcobaça e Coutos (1891)
Grutas de Alcobaça (1901)
Inês de Castro e Pedro-o-Cru perante a Iconografia dos seus Túmulos (1910)

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Descida ao Interior da Terra

Serra dos Candeeiros
Algar do Zé Bravo
Sergio Alves a preparar-se para mais uma descida ao intertior do maciço estremenho

Orlando António a equipar este poço ligeiramente apertado por entre um caos de blocos e terra








Sergio Alves na passagem estreita que cai directamente para o interior de uma pequena galeria com uma altura de 4m.













Zona terminal da gruta com uma passagem muito estreita, zona de calcários margosos de cor preta, como se pode ver nas fotos



sábado, 21 de junho de 2008

Biodiversidade nas Grutas

Biodiversidade nas Grutas
Num parque natural de aspecto tão agreste, seco e inóspito como é as Serras de Aire e Candeeiros, seria de prever que algumas espécies animais, nomeadamente anfíbias, não abundassem (nomeadamente no Verão). Porém, devido à existência de uma grande variedade de habitats nesta Área Protegida, as Grutas escondem alguma da sua diversidade faunística, sobretudo vertebrados terrestres. A presença de alguns anfíbios nas grutas é um facto e um fenómeno surpreendente, uma vez que se trata de uma área com bastante humidade, levando assim, estes a procurarem a água que escasseia a superfície.

Os anfíbios que frequentemente encontramos nas Grutas do nosso País:
•o tritão-marmorado;
•a salamandra-de-pintas-amarelas;
•sapo-comum;





Tritão Marmorado







Salamandra de Pintas amarelas



Sapo comum



Distribuição Geografica

Estes anfíbios pode ser encontrado no sudoeste de França e no norte de Espanha e Portugal. Embora sejam bastante comuns nestas áreas, não são facilmente encontrados pois normalmente permanecem em locais escondidos, como debaixo de troncos caídos, rochas, ou outros locais húmidos, podem ser encontrados em charcos, valas, tanques, poços e outros locais com água estagnada.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

I Jornadas Cientificas de Espeleologia - Leiria

A SIC fez um slide-show com as melhores fotos envolvidas e premiadas no Concurso de Fotografia das Jornadas
http://sic.aeiou.pt/online/noticias/vida/slideshows/20080504+Jornadas+de+Espeleologia.htm


Notícia do Jornal da Tarde de 05.05.2008
http://sic.aeiou.pt/online/noticias/vida/20080504+Tesouros+bem+escondidos.htm


Tesouros bem escondidos

Leiria recebeu as primeiras Jornadas Científicas de Espeleologia

Em Portugal há cada vez mais interessados em grutas e cavernas. A espeleologia - a ciência que estuda o passado geológico, histórico e cultural das grutas e cavernas - foi mote para um encontro que reuniu em Leiria 220 estudiosos.
Bruno Fraga Braz - Jornalista

O fascínio do Homem sobre o que escondem as cavidades naturais vem de longe. Talvez por isso, haja cada vez mais pessoas a querem entrar em grutas. São os curiosos que querem aventura. Algo bem diferente da espeleologia.

A espeleologia é uma actividade risco acrescido: o meio é inóspito, a humidade é elevada, o terreno acidentado. Respirar não é um privilégio adquirido; é antes uma tarefa que deve ser executada com inteligência.

A década de 1980 ficou no entanto marcada por acidentes em grutas. "São jovens que se aventuram para dentro das grutas na descoberta do desconhecido, mas que não têm o equipamento, as técnicas e o enquadramento necessário. Nessas circunstâncias, o risco é grande", avisa Gabriel Mendes.

No entanto, além da integridade física, é necessário salvaguardar outros interesses, sobretudo "o património único que está depositado em cada caverna". Nestas cavidades estuda-se o passado geológico, mas também biológico e cultural. Afinal, as grutas foram o primeiro abrigo do homem.

Porque a gruta não é habitat do Homem, mas é ainda assim património da Humanidade.

As jornadas científicas que Leiria acolheu de 1 a 4 de Maio reuniram 220 pessoas de várias nacionalidades. O objectivo foi "direccionar a actividade espeleológica exploratória como suporte à ciência", conclui Gabriel Mendes.